(Este foi o Michael Jackson que conheci e que amei dançar e sentir
a sua energia. Considerava-o muito mais bonito como pessoa
nesta época mas, entendo perfeitamente que depois do acidente
ocorrido, onde sofreu algumas queimaduras, as coisas foram
dando azo a várias operações por razões que só a ele dizem respeito.)
Aos 50 anos de idade, Michael Jackson partiu para uma outra
missão diferente da que tinha neste nosso mundo. Sofreu uma ´
paragem cardíaca e foi, mais tarde no hospital de Los Angeles
que foi atendido e, onde deixou de estar entre nós.
Michael Jackson 1958-2009, é uma figura marcante do nosso século,
tido perante muito como um ícone marcante da pop no século XX.
O músico norte-americano está longe de ser uma figura consensual,
mas foi, indiscutivelmente um artista brilhante que marcou os anos
oitenta e noventa. Acho que todos guardarão em memória músicas
como Billie Jean e outras. Segundo pesquisa na internet soube que,
neste momento, o hospital de Los Angeles, onde Michael Jackson faleceu
há poucas horas, está repleto de fans e que, à medida que se vai sabendo
ou divulgando mais o acontecimento, mais fãs aparecem no hospital
para fazer uma últuma homenagem ao homem de talento que ele
continuará a ser nas nossas vidas. Muitos foram os que já depositaram
velas e flores no local. A ex-mulher do cantor está incrédula com o sucedido
e, ao mesmo tempo, casas de show, como o Roxy Theatre, na Sunset Strip,
vão colocando fotos do cantor nas suas fachadas. Uma delas tem inscrito
"Michael Jackson será lembrado para sermpre". Por outro lado, um porta-voz da sua família declarou que ele estaria a abusar de remédios prescritos.
Ou seja, Michael Jackson, segundo consta, ia frequentemente a hospitais por haver um possível cancro de pele. Ainda no final do ano passado, ouviram-se rumores de que ele estaria com uma doença seríssima no pulmão e, possivelmente a precisar de um transplante do órgão, segundo o mesmo porta-voz. Há dois anos ele teria sido internado por conta de uma gripe muito forte. Comenta-se também que o cantor passou mal quando se dirigia ao tribunal, respondendo a processo por abuso sexual. Foi no início da década de oitenta que se deu a mudança da cor da pele e, em 1993, confirmava- -se de que sofria de Vitiligo. O cantor planeava voltar às tournées no ano de 2009 e avançar com vários concertos em Inglaterra.
Sobre a vida de Michael Jackson pode-se dizer que nasceu na cidade de Gary, em Indiana, nos Estados Unidos, no dia 29 de Agosto de 1958, ainda criança, começou a dançar e a cantar, iniciando a sua carreira como vocalista do grupo The Jackson Five, aos cinco anos de idade. Grupo este formado pelo seu pai, Joseph que o fez por verificar que os filhos tinham muito talento na área musical.
O sucesso chegou quando a gravador Motown fez o lançamento da banda dos Jacksons, primeiro com músicas como o I want you Back, ABC, I'll Be There e The Love You Save. No entanto a quebra do contrato entre as duas partes fez com que fossem obrigados a mudar o nome da manda para Jackons. Em 1979, Michael quebrou o nariz quando ensaiava e, foi operado pela primeira vez, A partir daí começou a sua carreira a solo onde lançou "Off The Wall", tal como outros grandes sucessos, proguzidos por Quincy Jones, "Rock With You" e"Don't Stop'Till Get Enough", disco este último que vendeu mais de 11 milhões de cópias.
MichaelJacksonnãomorreu,apenasmudouagarrououtramissãoaos50 anos de idade. É um homem que estará sempre presente na memória de todos nós, não só pelo talento enorme que partilhou connosco, tal como como ele idealizava a sua vida e todo o percurso nele implícito. Sinto que vai ainda influenciar muitos jovens pelos séculos vindouros.
Desejo que encontre a paz que merece e, não esqueçamos que ao ir, deixou parte de si connosco levando também um pouco de nós. Que a sua música continue a inspirar seres humanos sem idade que apenas gostem de partilhar energias positivas, e boas músicas - claro que o boas músicas é relativo para cada um de nós e respeito isso. Não sem no entanto referir que o mundo fica mais pobre sem Michael Jackson.
Muitos são os que choram mas muitos serão os que se sentirão felizes - tal como eu- por poderem disfrutar de boas horas de música na sua companhia. Deixo aqui um abraço especial,sabendo que ele será mais uma estrela a iluminar o céu.
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, não voltarei para trás
Eu descobri
Vem é d'aqui
Esta energia assim
Dá p'ra sentir
A porta a abrir
Algo a mudar em mim
Posso arriscar a dor
Mais à frente há melhor
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, A vida faz-me bem
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, ohhhhhhh
Qualquer dia ou hora
Eu vou viver no "agora"
Não há como nos parar
Temos que é avançar assim
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, A vida faz-me bem
Oh, oh, oh, huuuuuuuu...
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, A vida faz-me bem
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, Não voltarei para trás
Música: Edu Krithinas/ Sérgio Rosado
Letra: Dale Chapelle
P.S. Aproveitem para verem como foi um pouco do concerto dos Anjos no Seixal, o som não ficou muito bom mas a causa foi boa porque estava arrasar de gente, das cotoveladas, aos abanões espontâneos e todos os ruidos em volta... até deu para ficar com um cheirinho da boa energia que por ali andou. FOI UM BOM SHOW! ENERGIA POSITIVA ERA A POTES... AINDA BEM! AH! COMO ME FAZ BEM A VIDA, CARACA!
Há alturas da nossa vida em que o melhor esquecer tudo e seguir em frente. Em que é melhor nem pensar se este ou aquele passo valeu a pena, porque as coisas valem o que valem para cada um de nós. No entanto, é muito triste chegar-se à conclusão de que há pessoas que entram na nossa vida, usam o nosso ombro, usam os nossos olhos como espelhos para se verem melhor, usam as nossas palavras para se encontrarem, usam os nossos abraços para se reconfortarem e depois... depois sentem-se com clareza suficiente de que nas nossas atitudes houve qualquer outra segunda intenção. Não está certo... não é correcto. Apesar de toda a minha experiência de vida e, talvez por isso, sou uma pessoa simples. Não uso subterfúgios para mostrar ou dizer quem sou, não uso quaisquer outras intenções quando escrevo ou digo algo a alguém ou mesmo a mim mesma. As palavras são o que são, significam aquilo que se escreve e se diz não o que os outros pensam que desejamos dizer com elas ou mostrar com elas. Cada um é livre de pensar o que quiser.
No entanto, não lamento o que já fiz, lamento sempre tudo o que não fiz ou não me dei oportunidade de fazer por esta ou aquela razão. Nem lamento, quando abro a porta da minha vida, do meu peito, dos meus olhos e sentimentos para reconfortar e ajudar alguém a quem mostro na plenitude quem sou... a quem dou horas, dias, anos da minha vida com tudo aquilo que tenho e sinto que pelo menos isso, ajudou. Sim, ajuda sempre quando alguém se entrega com sinceridade mesmo que seja julgada em contrário. É isto que lamento, apesar de já não ter valor. Parece que tem porque o estou a escrever, no entanto, quando passo à fase de escrever ou falar de um assunto que já me magoou é porque é um assunto resolvido... algo que deixou as suas marcas é verdade mas, que já não faz diferença e já não implica com o percurso da minha vida porque todas as ilacções e aprendizagens já foram apreendidas e digeridas, decompostas e jogadas no lixo da vida. Apenas quis aqui registar neste meu simples espaço que o que lamento é perder tempo ou fazerem-me perder tempo... ou mesmo darem-me essa sensação, quando se dirigem a mim após terem tido a oportunidade de me conhecerem na íntegra, de que não sou quem sou ou quem fui. Porque sim, hoje já não sou quem fui. Quem fui acreditava muito mais, expressava-se com muito mais facilidade emotivamente nos sentimentos que tinha pelas pessoas. Mas o que fui, se hoje não sou foi porque algo ou alguém, ou vários motivos foram matando esse meu lado. Tudo o que entreguei sem mistérios nem enredos, acreditando que seria possível acreditar, mesmo no tipo de pessoas que não sabem nem aprendem a confiar, por muito que digam o contrário. Ninguém que faz uma pergunta e recebe uma resposta mas, tem necessidade de reter para si objectos pessoais como telemóveis ou remexer nas carteiras das outras pessoas, pode alegar a qualquer momento que confia. Está a mentir a si própria sem dúvida porque as palavras valem o que valem mas as acções trazem confirmações válidas e concretas. O que realmente lamento é ter sido acusada de ter tido interesses que nunca me passaram pela cabeça e, se acaso tivesse acontecido sei que o teria demonstrado na prática, sei que há sempre espaço e lugar para que se sinta e note que é o que se quer, até porque sempre assumi, tal como hoje, o que quis e quero da minha vida. Com muito mais evidência o que não quero.
Muitas vezes, julgo que devo dar o benefício da dúvida e, que devo ser eu a enganada, mas, realmente estou a tentar enganar-me ao pensar assim porque não dou atenção à minha intuição que dificilmente me engana. A maioria das vezes que decidi dar esse benefício de dúvida, enganei-me e deixei-me ser enganada por pessoas dispostas a usar essa minha boa fé. É triste chegar a esta conclusão mas, é satisfatória a lição que fica. É duro pensar que não se deve ser autêntica com as pessoas, que se deve temer que nos entendam mal... mas muito mais duro é não dar o que sou e como sou com a espontaneadade com que me conheço, sem subterfúgios ou segundas intenções. Então prefiro continuar a ser, assumidamente quem sou, prefiro deixar que as vozes do vento se tropecem na sua própria língua e, talvez um dia... sim, talvez um dia descubram o inevitável. Talvez descubram que afinal aquelas palavras proferidas pela minha boca significavam apenas o que foi dito. Que aquele abraço dado com franqueza na hora do seu tormento, apenas era o cobertor do conforto que pretendeu aquecer a sua alma e acalmar os seus medos. Nunca lamento ter ajudado alguém, em tempo algum. Por vezes fico triste com o tempo perdido. Fico triste porque chego à conclusão que as pessoas acreditam no que querem acreditar e não na verdade. Que a verdade com que me dou pode muito bem não ser a verdade com que me recebem.
Nestes casos, o melhor é mesmo seguir em frente e colocar um ponto final em tudo o que ficou por dizer ou entender. O melhor é pensar mais em mim, cuidar mais de mim, aprender a proteger-me de quem sente ter o direito de me sugar as energias, os carinhos, as atenções, os abraços para se poder levantar, para se poder entender e encontrar e, depois, achar que tem o direito de dizer que usei uma capa, que tudo o que dei não foi verdadeiro, não foi amizade, não foi um amor abre as portas apenas para apoiar sem quaisquer segundas intenções. Às vezes penso que perco tempo demais a dizer quem sou e o que quero, porque não são essas as palavras que são ouvidas e digeridas mas outras, as que as pessoas querem ouvir e digerir... o que realmente é uma pena. Na minha essência continuo a ser aquela pessoa que não temia chegar a um baile ou a uma discoteca e convidar um rapaz para dançar se assim me apetecesse. Que quando esse pedido era mal entendido, colocava os pontos nos "is" e parava a dança. Tudo isso faz parte dos valores que fui recebendo ao longo da minha vida. Se estou apaixonada, sou mulher para dizê-lo mas é triste que pensem que estou a fazer teatro ou que estou a tentar enganar para tirar quaisquer outros dividendos. Eu sei. Por vezes aparecem pessoas no meio, ou situações que podem fazer com que aquilo que me sai em espontaneadade não seja a verdade, mas caramba, quem me conhece só aceita esses factos se quiser ou, então porque realmente não me conhece e não me tem em conta como tantas vezes apregoa. Ok, fui ou sou muitas vezes um óptimo bote de salvação e, então não como haver alguém que se agarre... mas, furar o bote quando não se precisa dele é degradante e de muito mau gosto. Usar da bondade das pessoas e rotularem-se como otárias é decepcionante. Não acreditar quando digo que tenho também um lado negro é ingenuidade. Porque o tenho, ele é gélido, distante, céptico e indiferente fazendo-me afastar, secretamente, sem quaisquer explicações. Explicar o quê se as pessoas não ouvem? Deixar as portas abertas para quê se as pessoas não confiam? O melhor mesmo nestas situações é bater a porta. Porque hoje fecha-se uma porta e logo se abre outra... os resultados vão mudando segundo as aprendizagens e experiência de vida e então...então não lamento o que ficou para trás e agradeço todas as lições prosseguindo serenamente. Continuo de consciência tranquila perante tudo o que já fui acusada de fazer ou ajudar a fazer porque continuo a saber quem sou e a decidir se mudo ou não o rumo da minha vida, se tenho ou não esta ou aquela experiência. Continuo a ser eu quem decide se deve ou não mergulhar no rio ou no mar, sabendo sempre que tudo o que decidir trará o seu lado negativo e positivo mas será assumidamente a minha decisão. Qual é a dúvida dessa gente afinal? Não há dúvidas, há falta de conhecimento porque a sua preocupação em encontrarem-se e serem reconfortados foi mais importante do que me conhecer tal como me dei ou dou. Até hoje, as minhas atitudes e decisões na vida foram assumidas de cabeça levantada... sem papas na língua, ultrapassando todos os medos e todas as desilusões, vivendo com a intensidade de tudo o que sou e dou. Que não haja dúvidas para ninguém porque se me apetecer dançar, dançarei, seja numa discoteca, num café ou mesmo na rua sem ter problemas se me estão a observar ou o que estarão a pensar. Porque nestes casos até sou quem mais se diverte. Sim eu sei... as pessoas reclamam a verdade, dizem que amam a verdade mas, preferem viver a mentira e ouvir a mentira. Só por isso tudo o que digo não lhes soa a verdade mas, desculpem qualquer coisinha, a minha verdade será sempre a minha verdade assumida em casa, na rua ou no jardim. Quem me conhece sabe isso, quem esteve comigo e não se deu ao trabalho de me conhecer duvida disso... puta que pariu para quem duvida porque nem merece a minha atenção.
Então, é mesmo melhor seguir em frente... em direcção à luz e deixar para trás todas as sombras dos medos que não fazem parte do que sou. Não posso nem devo assumir sombras que nunca foram minhas, às minhas acrescento luz e em direcção a ela sigo calmamente, na minha serenidade de ser quem sou.
p.s. Quem ler este texto... seja lá quem fôr, não o imagine, apenas o leia porque só significa o que está escrito não o que queiram ler... mas ok, exite sempre o livre-arbítrio e então são livres de fazerem o que acharem melhor.
Mon petit depuis ce matin J'ai traine comme un cretin Au niveau du caniveau de Montparnasse a Chateau d'Eau j'ai bu des verres, des verres, et puis des verres Zubrowska, Riesling, Piper A court de tout a bout de moi Je suis revenu chez toi Moi je voulais juste un corps je cherchais seulement des bras un lit de reconfort des delices sous les draps mais helas au lieu de ca J'ai cru entendre Je t'aime J'ai pense c'est son probleme J'ai cru entendre je t'aime J'ai pense c'est son probleme Peu importe que tu y crois Peu importe que je sois A bout de moi A court de tout Mais pas de ca entre nous
Etre un corps je suis d'accord T'offrir mes bras pourquoi pas Mon lit ok encore pour rire a salir les draps mais je crains que pour tout ca Tu doives entendre je t'aime Tu doives entendre je t'aime
je suis vieux, veuf et sectaire Un pauvre imbecile secretaire
Je suis beau, jeune et breton Je sens la pluie, l'ocean et les crepes au citron Tais-toi un peu petit tresor Tu as tout faux une fois encore J'suis tres precieux epargne moi D'accord mais entre nous pas de ca Etre un corps je suis d'accord Je cherchais seulement des bras Mon lit ok encore des delices sous les draps Mais je crains que pour tout ca Tu doives entendre...
(Obrigada querido Miguel F. por me teres enviado por email como prenda
de aniversário algo que me agradou imenso - é bom partilhar coisas bonitas).
p.s. Gratíssima também estou pelo presente surpresa recebido - há surpresas
Hoje, dia 25 de Maio, um dia especial para mim, "calhou" dar de cara com estes dois vídeos, um pouco, digamos que, desanimadores mas, vendo por outro lado, uma boa forma de lembrar que mais vale prevenir do que remediar.
Normalmente, ninguém pensar ou espera sequer alimentar no seu espírito que haja uma tragédia que venha tirar a sua paz, ou a de outros... no entanto, tal como os dias felizes, os outros também existem. Por este motivo, considerei importante revelar aqui estes vídeos para que haja que queira ver a realidade de frente, sem ter necessidade de se atirar do precipício mas, sim, prevenir-se contra eles.
Viver é um risco, todos os dias mas é algo maravilhoso. Como é fantástico o desejo de descobrir e abrir novos horizontes na nossa vida. É lindo quando, pela primeira vez os nossos pais nos deixam sair com os amigos ou em excursões, escolares ou desportivas...
Sentimo-nos mais independentes, confiantes...sentimos que eles também confiam em nós e, que somos capazes de fazer seja o que fôr. O facto dos pais nos abrirem essas portas, traz-nos confiança neles como nossos exemplos ou conselheiros de vida. Aconteceu comigo, por isso o sei. Mas, também sei que o facto de existirem pais que amarram os filhos junto a si porque gritam aos sete ventos
que é perigoso acordar no planeta terra mas não explicam porquê, rodeando os filhos de medos infundados e de desejos de extravasar ao seu primeiro descuido. Quantos jovens, se sentem injustiçadamente refreados na sua necessidade de explorar e conhecer o mundo? Quantas vidas presas se perdem depois porque não têm chance de se descobrir? Quantos pais nunca tiveram sequer essa chance?
A verdade é que é bom saber soltar, mostrando que nos jardins da vida há locais fantásticos para brincar e explorar mas, também há lugares que, por muito atraentes que possam parecer, pelo seu mistério, pelos seus falsos perfumes, ou facilidades de percurso, escondem, na maioria, grandes armadilhas de que todos podemos ser prevenidos. Sim, é natural que se deixe um filho crescer, que se deixe
força nas suas próprias asas para que possa esvoaçar por esse mundo fora mas, o dever de pais, ao contrário de castrar - comprando coisas caras para colmatar alguns não infundamentados - é de explicar que, nesses locais pode existir um buraco feito de propósito ou não, que se podem encontrar pessoas que se dizem nossas amigas mas que chegam com intenções de má índole. O melhor seria explicar
Que é bom nadar em águas calmas também mas, saber que algumas correntes fracas podem esconder perigos. É bom experimentar coisas radicais, formais, informais, mas saber que todas elas têm dois lados, aquele em que escapamos ilesos e nos sentimos conquistadores e, aqueles onde nos tornamos as presas e, sentimos o mundo desabar, ou nem sentimos nada porque nem houve tempo.
Por isso é bom aprender que atravessar a estrada da vida é bom, se for na passadeira melhor ainda mas existem riscos na mesma e, que mesmo nas passadeiras podem aparecer carros que não as respeitem, assim como podem aparecer pessoas que não nos respeitem. O importante é aprender que existem valores de vida que devemos transportar connosco. É importante cultivarmos e cativarmos a nossa própria
Auto-estima em qualquer momento e aprender a lidar com todos os momentos tirando daí as melhores lições possíveis. Fazer de filho rebelde é muito fácil, porque se sabe que qualquer coisa temos as costas quentes, mas há quem as não tenha e aprenda da pior maneira. Mas também há os bons filhos, cujos pais, às vezes apenas por esquecimento da prevenção, sofrem a falta de informação sobre este ou aquele assunto.
Quantas vezes uma simples diversão nos pode levar a caminhos sem retorno? Quantas vezes um acto inconsequente nos pode trazer consequências desagradáveis? Quantas vezes os pais e os filhos falam sobre esses factores? É importante para todos que se estimule o diálogo familiar, que se contem peripécias da nossa meninice - sei que muitos se recusam porque fizeram muita borrada - mas, mesmo assim, não
é necessário contar tudo, o especial é mostrar aos filhos que todos já os fomos e já sentimos na pele todos aqueles porquês, aquelas rebeldias, aquelas sentidas injustiças e, muitos de nós nem tinhmos quem nos explicasse os porquês. É importante fazer ver que todos somos humanos, todos temos defeitos e virtudes, todos erramos e aprendemos ou não com os nossos actos. Que estes actos, na maioria das vezes e,
são tidos de uma forma irreverente e revoltada com intenção de magoar os pais - e claro que os magoará sempre - mas o tempo mostrará que os maiores prejudicados somos sempre nós se, não pensarmos que todas as decisões têm dois lados consequentes a assumir, quer se queira, quer não.
Hoje, que é um dia especial para mim, porque faço aniversário, quero partilhar algo mais convosco:
Como toda a gente também já fui menina, sequiosa de aprender e descobrir os meus caminhos. Gostava de desbravar perigos - considerados para a altura, claro - gostava de ir sempre mais além e saber das coisas. Entender o porquê das estrelas lá estarem, do sol nos aquecer, da lua-cheia trazer tanta magia, de haver pessoas que sentissem prazer em magoar os outros e, porque a noite poderia ser mágica ou assustadora,
o dia poderia ser luminoso ou choroso. Lembro-me de ter ido brincar com os meus irmãos e uns amigos meus para a casa de um amigo nosso chamado Nilton. A casa dele era enorme. Tinha no quintal duas piscinas, umas pas pessoas e, outra cercada com ferros para jacarés bebés que o pai trazia não sabiamos de onde mas gostavamos de ver. Ali permaneciam até poderem regressar ao seu habitat. Para nós já era normal
vê-los por ali ou metermo-nos com eles, do lado de cá da rede, claro está. A mãe do Nilton tinha um papagaio lindíssimo - em África, dizia-se Jacóp - e por quem eu sentia uma enorme atracção. Tinha sempre um desejo enorme de o apanhar e dar-lhe festinhas.
Naquele dia, nós tinhamos decidido ir brincar para o terraço o terraço era enorme. Estava protegido por umas grades de ferro até a altura certa para que as crianças não caíssem por algum descuido. Depois, haviam umas pequenas partes declinadas com pedras redondas encrastadas, o que lhe dava uma beleza natural. Ora o Jacop nesse dia parecia provocar-me. Estava a brincar por lá e ele aparecia-me entre os
pés e desatava a fugir numa corrida miudinha. Ele passou para o lado do varadim e fitou-me nos olhos. Senti-me desafiada e decidi que não iria deixar-me derrotar. Pensando isso, saltei o varandim e decidi agarrar-me com toda a força a uma das barras. Agachei-me e estiquei-me para o apanhar. O danado resolveu afastar-se um pouco mais. Para o alcançar e, estiquei-me tudo o que pude, tomando a precaução de
sentir-me bem presa e segura. No entanto, este resolveu mostrar que já era capaz de voar e lá foi. Fiquei estupefacta com o sucedido e com uma certa admiração pela esperteza da ave mas, no instante seguinte, olhei em volta e, para baixo para ver a distância dali ao chão e tive vertigens. Perdesse os sentidos e, acordasse horas mais tarde no chão, no meio de choros de desesperos dos meus irmãos e amigos. Doí-me a cabeça e o circundar desesperado deles, tal como os choros fez-me lembrar os índios - nunca soube porquê - com a pouca força que me restava pedi para chamarem alguém adulto, a mãe do Nilton talvez e,
perdi de novo os sentidos. Quando voltei a acordar já estava no colo dela com a minha a mãe a chorar e a querer agarrar-me em desespero e, lembro-me de lhe dizer para se acalmar que eu estava bem, perdendo de novo os sentidos.
Quando voltei a acordar lá estava eu na Clínica D. João II de Luanda onde, outras peripécias me aconteceram.
Anos mais tarde, primeira vez que saí até muito tarde tinha quinze anos. Saí com autorização da minha mãe porque ia para uma festa no clube onde era jogadora, tinha a recomendação de chegar à meia-noite e a palavra do meu treinador de que me traria. O facto é que a festa estava agradável, sem grandes dilemas ou cores desagradáveis.
O tempo passou o limite e pensei que já estava o caldo entornado e, claro está, sabia de ante-mão que iria haver um castigo. Então, resolvi assumir até ao fim e, responsabilizei-me perante o treinador sobre o que sofreria porque castigo por castigo o mais certo era adiá-lo. Eram seis da manhã quando cheguei a casa. O meu coração batia, numa explosão de medo mas satisfeito com tudo o que tinha vivido, aquela seria a paga
pela diversão. Mas ao chegar e, pensando já ter ultrapassado todos os obstáculos, apareceu a minha mãe que me disse fixamente:
- Uma coisa, nesta vida é certa, se boa cama fizeres, nela te deitarás. Agora vai dormir e pensa no que andas a fazer e que tudo o que semeares hoje, colherás amanhã, sem gravo nem agrado. Virou-me costas e foi-se embora. Aquelas palavras tomaram conta do meu corpo, eram quase a minha respiração. Não era o que esperava ter acontecido. Durante algum tempo aquelas palavras
acompanharam-me. Depressa descobri que eu poderia tornar a minha vida mais ou menos agradável com as minha actitudes ou decisões. Fui sempre grata pela sua atitude naquele dia.
Isto apenas para dizer que o PERIGO às vezes está onde menos se espera. MAIS VALE MESMO PREVENIR DO QUE REMEDIAR!
Não há palavras para descrever o orgulho que tenho de saber que há crianças com mais cabeça que a maioria de adultos que só pensam em andar e deixar andar a porcaria por este mundo fora.
É bom que as pessoas nunca tenham medo de gritar alto e bom som o que sentem estar mal na vida, apresentando contudo, alguns pontos por onde se podem fazer e implementar a mudança
para melhorar o que se deteriora dia-a-dia no nosso mundo.
Que bom saber que há mais quem se preocupe em fazer do mundo, não apenas um palco de guerras infundadas mas, em melhorar a vida de outras pessoas que vão morrendo de fome
por esse mundo, fome de comida, fome de cultura, fome de amor, fome de abraços sinceros, fome de sorrisos, enquanto pessoas que mandam nos países enchem o "pandulho" de exageros
desmedidos porque se julgam acima de tudo e de tudos. É um exagero quando num país existe miséria e crianças que morrem de fome e, o seu governo pavoneia-se por outros países
em limusines e outros luxos de que se julga ter direito, esquecendo dos que votaram e acreditaram que as suas vãs palavras poderiam fazer a mudança e, trazer-lhes muito mais do que um brilho
fugaz de esperança. Até quando se vai deixar esses senhores viver à custa da desgraça de outros? Até quando a liberdade vai-se revestir da miséria de outros? Até quando nos vamos desculpar
dos nossos erros jogando a culpa para um Deus ausente? Até quando vamos continuar a aceitar e a votar em mentiras? Até quando? Até quando...?
Até quando vamos continuar a enfiar a cabeça na areia e, deixar que se corroa o futuro dos nossos filhos? Se mate o ar dos nossos netos? Até quando vamos continuar de braços cruzados a ver morrer
conquistas tidas como permanentes? Coisas que já quase cheiram apenas a saudosismos idiotas de quem só pensa que amanhã não vai estar cá para ver ou sentir a porcaria que poderá ficar espalhada no ar...
Até quando continuaremos a deixar que se mutile o futuro, que se castre os sentimentos, que se rotule e se julgue sem piedade quem ousa ser diferente?
Até quando nos vamos conseguir manter na hipócrisia de um silêncio chamado estupidez? Até quando vamos querer ser cegos, surdos e mudos? Até quando vamos continuar a pensar que estamos
e estaremos sempre acima de toda a porcaria que vai afogando este nosso planeta e os nossos semelhantes?
Did I disappoint you or let you down? Should I be feeling guilty or let the judges frown? 'Cause I saw the end before we'd begun, Yes I saw you were blinded and I knew I had won. So I took what's mine by eternal right. Took your soul out into the night. It may be over but it won't stop there, I am here for you if you'd only care. You touched my heart you touched my soul. You changed my life and all my goals. And love is blind and that I knew when, My heart was blinded by you. I've kissed your lips and held your head. Shared your dreams and shared your bed. I know you well, I know your smell. I've been addicted to you.
Goodbye my lover. Goodbye my friend. You have been the one. You have been the one for me.
I am a dreamer but when I wake, You can't break my spirit - it's my dreams you take. And as you move on, remember me, Remember us and all we used to be I've seen you cry, I've seen you smile. I've watched you sleeping for a while. I'd be the father of your child. I'd spend a lifetime with you. I know your fears and you know mine. We've had our doubts but now we're fine, And I love you, I swear that's true. I cannot live without you.
Goodbye my lover. Goodbye my friend. You have been the one. You have been the one for me.
And I still hold your hand in mine. In mine when I'm asleep. And I will bare my soul in time, When I'm kneeling at your feet. Goodbye my lover. Goodbye my friend. You have been the one. You have been the one for me. I'm so hollow, baby, I'm so hollow. I'm so, I'm so, I'm so hollow.
TAPA NA PANTERA - MARIA ALICE VERGUEIRO (versão oficial)
Caraca... nada como alguém que fuma todos os dias do mês e, há trinta anos mas que não tem vício. Um bom exemplo para quem não quer ter vícios, pelos vistos é fazê-lo todos os dias durante todos os anos da sua vida...ehehehehhe! Hilariante mesmo esse Tapa na Pantera!
(os meus parabéns pelo talento e por nunca deixar de acreditar)
http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY
http://www.youtube.com/watch?v=wnmbJzH93NU
A IMAGEM SERÁ TUDO?
Num mundo onde prevalece a imagem e, a lei das aparências, eis que surgem, de algures, alguns diamantes em bruto esquecidos na vida ou, evitados por quem à primeira vista se julga "superior".
Há, afinal muitos ET's por aí espalhados à espera de uma brecha para se revelarem. As pessoas esquecem que, com a mesma idade, uma pessoa num local com uma determinada forma de vida pode ter uma aparência diferente se, geográfica e culturalmente estiver situada noutro local.
À parte esta situação, existe o facto de haver sempre um aguçado engenho para o julgamento, o rotular de imediato o que se vê, sem sequer permitir que entre uma brecha de luz e seja possível ver mais além.
É mais fácil catalogar e colocar, imediatamente à parte. Que tal darmos uma chance a que se mostrem outros mundos diferentes e, possamos assim, entender o porquê das coisas que nos rodeiam?
A sociedade cada vez mais dá atenção às belas roupagens de marca, um belo carro desportivo e afins... esquecendo-se que tudo isso pode apenas ser o embelezamento do vazio. Onde fica a autenticidade?
Se acederem aos links que aparecem em cima, verificarão um verdadeiro exemplo do que é um diamante bruto que, a princípio é vista com olhares cínicos e incrédulos mas, no fim tem direito a aplauso por ter tido a hipótese de mostrar o seu talento escondido.
Esta senhora, Susan Boyle, tem 47 anos e um sonho que a levou a enfentar o palco e o público, tal como o júri que apenas viram a sua imagem e, estranhamente... digo estranhamente porque o júri seja do que fôr, normalmente devem ser pessoas instruídas e cultas - este detalhe fará a diferença? - e, talvez fosse de esperar outro tipo de atitude. Bom, as atitudes nada têm a ver com instrução, posição social mas com a formação do indivíduo.
Feio é tecerem-se logo juízos de valor a priori, sem qualquer ideia do que serão as pessoas na sua totalidade. A bem da verdade vos digo que gostei da intervenção final da "loira" do júri... é digno quando alguém assume os seus erros diante de tanta gente e, especialmente da parte interessada.
Parabéns a Susan Boyle e, que apareçam mais diamantes em bruto como esta senhora. A imagem não é tudo diante de tamanho talento.